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09:12 - 07/02/2019
O mercado de trabalho brasileiro encerrou 2018 com recorde negativo, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (31). O número de pessoas trabalhando sem carteira assinada foi o maior da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) que tem início em 2012.

Emprego com carteira segue abaixo de trabalho informal e por conta própria em 2018
Desemprego fica em 11,6% em dezembro
No mesmo período, o número de trabalhadores com registro formal em 2018 foi o menor registrado. Os dados tratam apenas dos trabalhadores do setor privado, excluindo domésticos.

Brasil registra recorde de trabalhadores sem carteira assinada, diz IBGE

Os dados apontam que o país teve, em média, 91,8 milhões de trabalhadores ocupados no ano passado. Deste total, 32,9 milhões não tinham carteira assinada. Na comparação com 2014, o país perdeu 3,7 milhões de postos formais, uma redução de 10,1% em quatro anos segundo a pesquisa.

Já o número de trabalhadores sem carteira assinada saltou de 10,4 milhões em 2014 para 11,2 milhões em 2018, uma alta de 7,8% no período.

A queda na carteira de trabalho foi o primeiro indicador, até mesmo antes da desocupação, a mostrar a crise no mercado de trabalho. Somente quando ela voltar a crescer será o indicador do final desta crise”, afirmou o gerente da pesquisa, Cimar Azeredo.

O pesquisador enfatizou que a formalização do trabalho garante, além de maior rendimento ao trabalhador, uma série de garantias sociais, como o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e direito ao Seguro Desemprego.

“A falta da proteção social e todos os benefícios que a formalidade garante não existe na informalidade, que tem crescido de maneira agressiva”, enfatizou.

Considerando a média do contingente total de trabalhadores ocupados no setor privado em 2018, mais de 25% trabalhava sem carteira assinada, ou seja, estavam na informalidade. Azeredo ponderou que o aumento do trabalho formal permitiu a queda na taxa de desocupação, mas tornou ainda mais expressiva a degradação do mercado de trabalho no país.

Questionado se há perspectiva de retomada na geração de postos formais, Azeredo disse que permanece uma tendência de queda na contração com carteira assinada. Porém, essa queda está estável, ou seja, sem sinais de aumento expressivo no curto prazo.

O pesquisador ressaltou, porém, que somente a melhora geral na economia do país será capaz de favorecer a retomada das contratações formais. “Quando tiver uma economia melhor, com abertura de indústrias, com o religamento de máquinas e a retomada de obras no setor da construção e voltarem a contratar, aí sim teremos esse efeito de carteira de trabalho assinada em crescimento”, disse.

Apesar da importância da carteira assinada, o cenário desfavorável do mercado de trabalho não se revela somente através da informalidade, segundo Azeredo. Outros indicadores revelados pela PNAD evidenciam a degradação. Um deles é a subutilização da força de trabalho, que registrou recorde no número de trabalhadores subocupados no país em 2018, além do desalento.


“A gente tinha tudo isso lá atrás [desemprego, subocupação e desalento], em 2014, mas isso se agravou de forma expressiva desde então”, destacou.

Se por um lado a informalidade tem ajudado a reduzir a desocupação, a subocupação e o desalento, Azeredo reiterou que ela não irá reformular o mercado de trabalho brasileiro. “É ilegal contratar sem carteira assinada no país. Industrias e empresas grandes não contratam trabalhadores informais. Então, quando a economia voltar a crescer, a carteira de trabalho também voltará a subir”, ressaltou.
Fonte: Portal G1
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